sábado, 12 de fevereiro de 2011
Quero e preciso emagrecer - Estabelecendo metas para emagrecimento
Quero Emagrecer! Há varias razões para quem está acima do peso ou obeso emagrecer: preciso ficar saudável, melhorar a aparência, sentir-me melhor, ter mais energia.
Não importa a razão, o sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável depende de metas e expectativas sensatas. Se você traçar para si mesmo metas sensatas, terá maior probabilidade de alcançá-las e então mais chances de emagrecer. De fato, perder até mesmo de 5 a 10% do seu peso já é uma meta que o ajudará a melhorar sua saúde.
A maioria das pessoas acima do peso deve emagrecer gradualmente. Para uma perda de peso segura e saudável, tente não emagrecer mais de de 900 gramas por semana. As vezes, indivíduos com sérios problemas de saúde associados à obesidade podem ter razões válidas para perder peso rapidamente. Neste caso, é precisp supervisão médica
O quanto você pesa é o resultado de vários fatores:
Quanto alimento e de que tipo você come
Se o seu estilo de vida inclui atividade física regular
Se você utiliza a comida como resposta para o estresse e outros problemas em sua vida
Sua fisiologia e carga genética
Sua idade e condição de saúde.
Para obter sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável deve-se levar em conta todos esses fatores. Esta é a razão para ignorar produtos e programas de emagrecimento que prometem resultados rápidos e fáceis, ou que prometem resultados permanentes sem mudanças permanentes no seu estilo de vida. Qualquer propaganda que diz que você pode emagrecer sem diminuir o consumo de calorias e/ou aumentar seu nível de atividade física está vendendo fantasias e promessas falsas. De fato, alguns podem chamar isso de fraude. Além do mais, o uso de alguns produtos pode não ser seguro.
Muitas pessoas que estão acima do peso ou obesas têm decidido não entrar em dieta, mas concentrarem-se em praticar atividade física regular e manter hábitos de alimentação saudável de acordo com o "Dietary Guidelines for Americans" enfatizando o baixo consumo de gorduras, e aumento da ingestão de vegetais, frutas e cereais integrais. Outros - que tentam as dietas - têm relatado a necessidade de ajuda para atingir as metas de controle de peso.
Dietas da moda, que ignoram o "Dietary Guidelines", podem resultar em perda de peso a curto prazo, porém isso pode ocorrer colocando sua saúde em risco. Como você vai administrar o seu peso tem muito a ver com o sucesso a longo prazo. A menos que sua saúde esteja seriamente em risco devido a complicações decorrentes da obesidade, a regra --- e a sua meta --- deve ser o emagrecimento gradual.
Aqui está como fazer isso:
Cheque com seu médico. Certifique-se que sua condição de saúde permite abaixar a ingestão de calorias e aumentar seu nível de atividade física.
Siga uma dieta reduzida em calorias, mas ainda assim balanceada, que promova a perda de 450 a 900 gramas por semana. Certifique-se de incluir pelo menos 5 porções diárias de frutas e vegetais, assim como cereais integrais, carne magra e laticínios com pouca gordura. Isso não irá produzir manchetes em jornais, mas poderá reduzir a sua cintura. Não é uma ciência "miraculosa" --- apenas bom-senso. E o mais importante, é prudente e saudável.
Arranje tempo no seu dia para alguma forma de atividade física. Comece por usar as escadas no trabalho, subir o descer a escada rolante e estacionar o seu carro mais longe para ter que caminhar mais. Então, assumindo que seu médico dê o sinal verde, adicione gradualmente algum forma de atividade física regular que você goste. Caminhar é uma excelente forma de atividade física que quase todo mundo pode fazer.
Considere os benefícios da perda de peso moderada. Há evidência científica que perder de 5 a 10% do seu peso, e não o recuperar, pode beneficiar sua saúde --- diminui sua pressão sangüínea, por exemplo. Se você tem 1,70 metros de altura, pesa 82 kg e o seu peso meta é 68kg, perder de 5 a 10% (4 a 8 kg) já será benéfico. O caminho para o sucesso na perda e controle de peso é constante e lento.
Para muitas pessoas que estão acima do peso ou obesas, o controle de peso a longo prazo --- e saudável --- requer metas sensatas e compromisso para fazer mudanças realistas no estilo de vida e melhora da saúde. Um estilo de vida baseado na alimentações saudável e atividade física regular pode ser um verdadeiro salva-vidas.
Determinando seu perfil de peso/saúde
Sobrepeso e obesidade têm sido associados à elevação do risco de desenvolver condições como pressão sangüínea alta, diabetes tipo 2 e enfermidades na artéria coronária.
Para a maioria das pessoas, a determinação da circunferência da cintura e do índice de massa corporal são meios confiáveis para estimar a gordura corporal e os riscos à saúde associados a estar acima do peso, gordo ou obeso. O índice de massa corporal é confiável para a maioria das pessoas entre 19 e 70 anos, exceto mulheres que estão grávidas ou amamentando, atletas competitivos, body builders, e pacientes de doenças crônicas. Genericamente, quanto maior for o seu índice de massa corporal, maiores serão os riscos para a sua saúde, os quais aumentam ainda mais se a sua cintura for maior do que 101 centímetros para homens ou 89 centímetros para mulheres. Há outros meios, além do índice de massa corporal, para determinar seu composição de gordura, e o seu médico poderá lhe falar sobre eles, mas o método recomendado aqui irá ajudá-lo a decidir se está sob risco. Use a ferramenta abaixo para determinar o seu índice de massa corporal (IMC).
Vários outros fatores, incluindo seu histórico médico, podem aumentar o risco para sua saúde.
Consulte seu médico para conselhos sobre seu risco para a saúde geral e as opções para emagrecer que são melhores para você. Decidam juntos se você deve adotar uma dieta moderada (1.200 calorias por dia para mulheres, 1.400 calorias por dia para homens), ou se outras opções poderiam ser mais apropriadas.
Assim que você e seu médico tiverem determinado o tipo de dieta que faz mais sentido no seu caso, você poderia querer escolher um produto ou programa para ajudá-lo a alcançar sua meta. Então, considere:
Caso seu médico prescreva medicações, pergunte sobre possíveis complicações ou efeitos colaterais. Também informe seu médico sobre outras medicações que você toma, incluindo produtos de balcão e suplementos alimentares, e outras condições para as quais você esteja recebendo tratamento.
Caso seu tratamento inclua monitoramento periódico, consultas ou outras atividades que requeiram sua presença, certifique-se que a localização é de fácil acesso e que os horários são convenientes.
Alguns métodos de emagrecimento têm mais riscos e complicações do que outros. Pergunte por detalhes sobre efeitos colaterais, complicações ou riscos de qualquer produto ou serviço que promova a perda de peso e como lidar com os problemas caso eles ocorram.
Quando for apropriado ao programa, pergunte sobre as credenciais e treinamento da equipe do programa.
Peça uma lista relacionando os preços e custos do plano que você está considerando, incluindo taxa de inscrição, taxas de visitas semanais, custos de qualquer teste diagnóstico, custo dos substitutos de refeições, alimentos, suplementos, ou outros produtos que são parte do programa de emagrecimento.
Fonte:http://www.copacabanarunners.net/
Não importa a razão, o sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável depende de metas e expectativas sensatas. Se você traçar para si mesmo metas sensatas, terá maior probabilidade de alcançá-las e então mais chances de emagrecer. De fato, perder até mesmo de 5 a 10% do seu peso já é uma meta que o ajudará a melhorar sua saúde.
A maioria das pessoas acima do peso deve emagrecer gradualmente. Para uma perda de peso segura e saudável, tente não emagrecer mais de de 900 gramas por semana. As vezes, indivíduos com sérios problemas de saúde associados à obesidade podem ter razões válidas para perder peso rapidamente. Neste caso, é precisp supervisão médica
O quanto você pesa é o resultado de vários fatores:
Quanto alimento e de que tipo você come
Se o seu estilo de vida inclui atividade física regular
Se você utiliza a comida como resposta para o estresse e outros problemas em sua vida
Sua fisiologia e carga genética
Sua idade e condição de saúde.
Para obter sucesso no emagrecimento e manutenção de peso saudável deve-se levar em conta todos esses fatores. Esta é a razão para ignorar produtos e programas de emagrecimento que prometem resultados rápidos e fáceis, ou que prometem resultados permanentes sem mudanças permanentes no seu estilo de vida. Qualquer propaganda que diz que você pode emagrecer sem diminuir o consumo de calorias e/ou aumentar seu nível de atividade física está vendendo fantasias e promessas falsas. De fato, alguns podem chamar isso de fraude. Além do mais, o uso de alguns produtos pode não ser seguro.
Muitas pessoas que estão acima do peso ou obesas têm decidido não entrar em dieta, mas concentrarem-se em praticar atividade física regular e manter hábitos de alimentação saudável de acordo com o "Dietary Guidelines for Americans" enfatizando o baixo consumo de gorduras, e aumento da ingestão de vegetais, frutas e cereais integrais. Outros - que tentam as dietas - têm relatado a necessidade de ajuda para atingir as metas de controle de peso.
Dietas da moda, que ignoram o "Dietary Guidelines", podem resultar em perda de peso a curto prazo, porém isso pode ocorrer colocando sua saúde em risco. Como você vai administrar o seu peso tem muito a ver com o sucesso a longo prazo. A menos que sua saúde esteja seriamente em risco devido a complicações decorrentes da obesidade, a regra --- e a sua meta --- deve ser o emagrecimento gradual.
Aqui está como fazer isso:
Cheque com seu médico. Certifique-se que sua condição de saúde permite abaixar a ingestão de calorias e aumentar seu nível de atividade física.
Siga uma dieta reduzida em calorias, mas ainda assim balanceada, que promova a perda de 450 a 900 gramas por semana. Certifique-se de incluir pelo menos 5 porções diárias de frutas e vegetais, assim como cereais integrais, carne magra e laticínios com pouca gordura. Isso não irá produzir manchetes em jornais, mas poderá reduzir a sua cintura. Não é uma ciência "miraculosa" --- apenas bom-senso. E o mais importante, é prudente e saudável.
Arranje tempo no seu dia para alguma forma de atividade física. Comece por usar as escadas no trabalho, subir o descer a escada rolante e estacionar o seu carro mais longe para ter que caminhar mais. Então, assumindo que seu médico dê o sinal verde, adicione gradualmente algum forma de atividade física regular que você goste. Caminhar é uma excelente forma de atividade física que quase todo mundo pode fazer.
Considere os benefícios da perda de peso moderada. Há evidência científica que perder de 5 a 10% do seu peso, e não o recuperar, pode beneficiar sua saúde --- diminui sua pressão sangüínea, por exemplo. Se você tem 1,70 metros de altura, pesa 82 kg e o seu peso meta é 68kg, perder de 5 a 10% (4 a 8 kg) já será benéfico. O caminho para o sucesso na perda e controle de peso é constante e lento.
Para muitas pessoas que estão acima do peso ou obesas, o controle de peso a longo prazo --- e saudável --- requer metas sensatas e compromisso para fazer mudanças realistas no estilo de vida e melhora da saúde. Um estilo de vida baseado na alimentações saudável e atividade física regular pode ser um verdadeiro salva-vidas.
Determinando seu perfil de peso/saúde
Sobrepeso e obesidade têm sido associados à elevação do risco de desenvolver condições como pressão sangüínea alta, diabetes tipo 2 e enfermidades na artéria coronária.
Para a maioria das pessoas, a determinação da circunferência da cintura e do índice de massa corporal são meios confiáveis para estimar a gordura corporal e os riscos à saúde associados a estar acima do peso, gordo ou obeso. O índice de massa corporal é confiável para a maioria das pessoas entre 19 e 70 anos, exceto mulheres que estão grávidas ou amamentando, atletas competitivos, body builders, e pacientes de doenças crônicas. Genericamente, quanto maior for o seu índice de massa corporal, maiores serão os riscos para a sua saúde, os quais aumentam ainda mais se a sua cintura for maior do que 101 centímetros para homens ou 89 centímetros para mulheres. Há outros meios, além do índice de massa corporal, para determinar seu composição de gordura, e o seu médico poderá lhe falar sobre eles, mas o método recomendado aqui irá ajudá-lo a decidir se está sob risco. Use a ferramenta abaixo para determinar o seu índice de massa corporal (IMC).
Vários outros fatores, incluindo seu histórico médico, podem aumentar o risco para sua saúde.
Consulte seu médico para conselhos sobre seu risco para a saúde geral e as opções para emagrecer que são melhores para você. Decidam juntos se você deve adotar uma dieta moderada (1.200 calorias por dia para mulheres, 1.400 calorias por dia para homens), ou se outras opções poderiam ser mais apropriadas.
Assim que você e seu médico tiverem determinado o tipo de dieta que faz mais sentido no seu caso, você poderia querer escolher um produto ou programa para ajudá-lo a alcançar sua meta. Então, considere:
Caso seu médico prescreva medicações, pergunte sobre possíveis complicações ou efeitos colaterais. Também informe seu médico sobre outras medicações que você toma, incluindo produtos de balcão e suplementos alimentares, e outras condições para as quais você esteja recebendo tratamento.
Caso seu tratamento inclua monitoramento periódico, consultas ou outras atividades que requeiram sua presença, certifique-se que a localização é de fácil acesso e que os horários são convenientes.
Alguns métodos de emagrecimento têm mais riscos e complicações do que outros. Pergunte por detalhes sobre efeitos colaterais, complicações ou riscos de qualquer produto ou serviço que promova a perda de peso e como lidar com os problemas caso eles ocorram.
Quando for apropriado ao programa, pergunte sobre as credenciais e treinamento da equipe do programa.
Peça uma lista relacionando os preços e custos do plano que você está considerando, incluindo taxa de inscrição, taxas de visitas semanais, custos de qualquer teste diagnóstico, custo dos substitutos de refeições, alimentos, suplementos, ou outros produtos que são parte do programa de emagrecimento.
Fonte:http://www.copacabanarunners.net/
domingo, 6 de fevereiro de 2011
As famosas Dietas "descarboidratadas"
Numa sociedade onde o capitalismo impera e a obesidade cresce exponencialmente, a nova onda de dietas e produtos "low carb" (baixos teores de carboidratos) tornou-se uma enorme obsessão. Incluem-se nessa categoria, as tão famosas Dietas do Dr. Atkins, da Zona e de South Beach. O que todas têm em comum é sua origem no país onde a população obesa é a que mais cresce no mundo: cerca de 65% dos norte americanos estão obesos. Tudo leva a crer que tantas dietas, manuais de emagrecimento, livros publicados, guias turísticos "descarboidratados", novos produtos nas gôndolas dos supermercados, sanduíches engordurados "low carb" levam a um único lugar: uma grande felicidade do comércio.
No Brasil, paralelo à desnutrição que ainda impera, cerca de 10% dos brasileiros adultos estão obesos, e outros 30% estão acima do peso saudável. Portanto, por volta de 50 milhões de pessoas deveriam perder peso para evitar as doenças crônicas não transmissíveis. Muitos se rendem aos modismos de emagrecimento que chegam por aqui e, sem sucesso, continuam a "engordar" a prevalência de obesidade no país.
O grande perigo nisso tudo é que vemos em meios de comunicação de massa (TV, rádio, mídia impressa e eletrônica), profissionais da saúde "habilitados" tecnicamente colaborando na promoção e propagação de informações que colocam em risco a saúde da população.
Deus precisará criar um novo ser humano que funcione sem carboidrato e não desenvolva efeitos colaterais e seqüelas. Enquanto isso, os "experts" continuarão insistindo em vender suas manobras metabólicas para a queima de gordura sem esforço.
As dietas "low carb" alteram o paladar e reduzem o apetite devido à alta formação e concentração de corpos cetônicos no sangue (cetoacidose). Os corpos cetônicos são substâncias derivadas da utilização de gordura como principal fonte de energia. Nesse tipo de alimentação ocorre um desvio do metabolismo: ao invés do corpo utilizar carboidratos como fonte de energia são utilizadas as gorduras, só que a um custo fisiológico alto, pois ocorre o desequilíbrio bioquímico do organismo.
Uma alimentação rica em proteínas certamente também é rica em gorduras, que aliada à restrição de carboidratos e fibras solúveis, elevam os níveis de colesterol, prejudicam as artérias, coração, funcionamento cerebral, sobrecarrega o trabalho renal para eliminação da uréia e creatinina (metabólitos da degradação de proteínas), provoca desidratação, obstipação intestinal, hálito cetônico, náuseas e dor de cabeça. Ocorre ainda carência de vitaminas e minerais (fome oculta), predisposição ao risco para desenvolver cálculos biliares e câncer. Há perda significativa de músculos gerando flacidez e quem pratica esportes sente fadiga muscular, falta de ar e de energia.
Quando o objetivo é o emagrecimento, não há "fórmulas mágicas". Na maior parte das vezes, quando uma dieta nova é lançada, é quase que certo que os interesses econômicos que existem por detrás são bem maiores do que a promoção da Saúde Pública.
É consenso entre os especialistas em Nutrição que, em hipótese alguma, deve-se responsabilizar um único nutriente ou alimento como causador da obesidade, mas sim um conjunto de comportamentos alimentares e de estilo de vida. A obesidade tem causa multifatorial.
No tratamento e prevenção da obesidade, é necessário equilibrar a ingestão de nutrientes, investir na variedade de alimentos (frutas, vegetais, grãos, cereais integrais), diminuir a ingestão de sal e açúcar, cuidar da qualidade e da quantidade da gordura ingerida.
Quando o objetivo é emagrecer a atenção deve estar voltada também para o Balanço Energético: calorias ingeridas e calorias gastas. Se a ingestão de calorias for maior do que o gasto energético, o resultado certamente é o aumento "silencioso" do peso corporal.
Cada indivíduo é único e sua alimentação deve ser tão individual quanto suas particularidades físicas, clínicas, fisiológicas, hereditárias, psicológicas e sociais.
Fonte:http://www.copacabanarunners.net/
No Brasil, paralelo à desnutrição que ainda impera, cerca de 10% dos brasileiros adultos estão obesos, e outros 30% estão acima do peso saudável. Portanto, por volta de 50 milhões de pessoas deveriam perder peso para evitar as doenças crônicas não transmissíveis. Muitos se rendem aos modismos de emagrecimento que chegam por aqui e, sem sucesso, continuam a "engordar" a prevalência de obesidade no país.
O grande perigo nisso tudo é que vemos em meios de comunicação de massa (TV, rádio, mídia impressa e eletrônica), profissionais da saúde "habilitados" tecnicamente colaborando na promoção e propagação de informações que colocam em risco a saúde da população.
Deus precisará criar um novo ser humano que funcione sem carboidrato e não desenvolva efeitos colaterais e seqüelas. Enquanto isso, os "experts" continuarão insistindo em vender suas manobras metabólicas para a queima de gordura sem esforço.
As dietas "low carb" alteram o paladar e reduzem o apetite devido à alta formação e concentração de corpos cetônicos no sangue (cetoacidose). Os corpos cetônicos são substâncias derivadas da utilização de gordura como principal fonte de energia. Nesse tipo de alimentação ocorre um desvio do metabolismo: ao invés do corpo utilizar carboidratos como fonte de energia são utilizadas as gorduras, só que a um custo fisiológico alto, pois ocorre o desequilíbrio bioquímico do organismo.
Uma alimentação rica em proteínas certamente também é rica em gorduras, que aliada à restrição de carboidratos e fibras solúveis, elevam os níveis de colesterol, prejudicam as artérias, coração, funcionamento cerebral, sobrecarrega o trabalho renal para eliminação da uréia e creatinina (metabólitos da degradação de proteínas), provoca desidratação, obstipação intestinal, hálito cetônico, náuseas e dor de cabeça. Ocorre ainda carência de vitaminas e minerais (fome oculta), predisposição ao risco para desenvolver cálculos biliares e câncer. Há perda significativa de músculos gerando flacidez e quem pratica esportes sente fadiga muscular, falta de ar e de energia.
Quando o objetivo é o emagrecimento, não há "fórmulas mágicas". Na maior parte das vezes, quando uma dieta nova é lançada, é quase que certo que os interesses econômicos que existem por detrás são bem maiores do que a promoção da Saúde Pública.
É consenso entre os especialistas em Nutrição que, em hipótese alguma, deve-se responsabilizar um único nutriente ou alimento como causador da obesidade, mas sim um conjunto de comportamentos alimentares e de estilo de vida. A obesidade tem causa multifatorial.
No tratamento e prevenção da obesidade, é necessário equilibrar a ingestão de nutrientes, investir na variedade de alimentos (frutas, vegetais, grãos, cereais integrais), diminuir a ingestão de sal e açúcar, cuidar da qualidade e da quantidade da gordura ingerida.
Quando o objetivo é emagrecer a atenção deve estar voltada também para o Balanço Energético: calorias ingeridas e calorias gastas. Se a ingestão de calorias for maior do que o gasto energético, o resultado certamente é o aumento "silencioso" do peso corporal.
Cada indivíduo é único e sua alimentação deve ser tão individual quanto suas particularidades físicas, clínicas, fisiológicas, hereditárias, psicológicas e sociais.
Fonte:http://www.copacabanarunners.net/
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