sábado, 10 de março de 2012

Exercise Videos- Bodyweight Squats

Exercise Videos- Explosive Push Up on a Medicine Ball

Exercise Videos- Deep Hip

Exercise Videos- Pushups - Push-Ts

INFLUÊNCIA DE DIFERENTES SUPERFÍCIES E DO CALÇADO NA FORÇA DE REAÇÃO DO SOLO NA DEMONSTRAÇÃO DE EXERCÍCIOS DE HIDROGINÁSTICA

O objetivo deste trabalho foi verificar a força de reação do solo, durante a demonstração de quatro exercícios de hidroginástica em diferentes superfícies com e sem a utilização de tênis. Material e método: Participaram do estudo 15 professoras de hidroginástica que ministram aulas a pelo menos seis meses. Para a aquisição dos dados utilizou-se duas plataformas de força OR6-5 AMTI (Advanced Mechanical Technology, Inc). Os quatro exercícios selecionados foram executados sobre quatro superfícies (três colchonetes de mesmas propriedades e espessuras diferentes e a própria plataforma) com e sem tênis. Foi utilizada ANOVA One-way e Tuckey. Resultados: Não foi possível encontrar diferenças no pico de força vertical máxima em função das diferentes superfícies nas duas situações calçado e descalço. Não houve uma tendência uniforme de modificação no pico máximo de força em função do uso ou não do calçado. Em alguns casos o uso do calçado causou um aumento na força vertical máxima, em outros uma diminuição e na maioria das analises não foram observadas diferenças. Com relação ao efeito das superfícies, nas duas situações avaliadas as diferenças encontradas permitem identificar que o aumento da espessura tendeu a aumentar os valores do gradiente de crescimento. Considerando o efeito do calçado, quando houve diferenças o gradiente de crescimento foi maior com utilização do tênis. O impulso não foi afetado pela utilização de diferentes superfícies nas situações calçado e descalço. Conclusão: Estudos para minimizar a força de reação do solo em exercícios de hidroginástica ainda são necessários.

Fonte:

http://citrus.uspnet.usp.br/biomecan/ojs/index.php/rbb/article/view/106

EFEITOS DO MÉTODO PILATES E DO TREINAMENTO COM PESOS NA CINEMÁTICA DA MARCHA DE MULHERES OBESAS

Este estudo avaliou a efetividade de dois programas de exercícios físicos (Pilates e Treinamento com pesos), associado à orientação nutricional, no peso corporal, na capacidade física funcional e na cinemática da marcha de mulheres obesas. Durante 12 semanas, um grupo de nove mulheres obesas participou de um programa de exercícios aeróbicos e método pilates e outro grupo de nove mulheres obesas participou de um programa de exercícios aeróbicos e treinamento com pesos. Os dois grupos receberam orientação nutricional. As sessões de exercícios foram de 60 minutos, três vezes por semana. A cinemática da marcha foi analisada por meio da cinemetria utilizando 4 câmeras operando a 60 Hz. O movimento foi reconstruído computacionalmente por meio do software Kwon 3D, que forneceu as variáveis cinemáticas descritivas da marcha. Foram também avaliados: o peso corporal, o índice de massa corporal (IMC), o teste da caminhada de 6 minutos, o teste de levantar-se da cadeira e o teste de sentar e alcançar. Houve significativa redução do peso corporal, do IMC, significativa melhora nos índices de todos os testes de capacidade física funcional e também nas variáveis angulares da marcha, após 12 semanas nos dois grupos. O grupo treinamento com pesos apresentou significativo aumento da velocidade, da cadência, do comprimento da passada e do passo e significativa diminuição do tempo de passada e do tempo de apoio simples. Concluí-se que os dois programas promoveram a perda de peso e melhoraram a capacidade física funcional. O programa que inclui o treinamento com pesos, porém, foi mais efetivo em alterar positivamente as variáveis cinemáticas descritivas da marcha que aumentam a estabilidade dinâmica desta nas mulheres obesas.

Fonte:

http://citrus.uspnet.usp.br/biomecan/ojs/index.php/rbb/article/view/105

ANÁLISE DA AMPLITUDE DE MOVIMENTAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL, FREQÜÊNCIA E COMPRIMENTO DA PASSADA DURANTE A MARCHA E A CORRIDA

A marcha e a corrida são duas atividades amplamente empregadas pela população por serem as principais formas de locomoção. É consenso na literatura científica que a locomoção é um movimento complexo porque exige integração e sinergismo entre as diversas estruturas do aparelho locomotor. Por isto, o objetivo do presente trabalho foi analisar a amplitude de movimentação da coluna vertebral, freqüência e comprimento da passada durante a marcha e a corrida em esteira ergométrica. Os vinte e três voluntários foram submetidos às seguintes velocidades: 1.2 m/s; 1.5 m/s; 1.8 m/s; 2.2 m/s; 2.6 m/s; e 3.0 m/s. A coluna vertebral foi representada por uma curva contínua definida a partir de marcadores retro-refletivos aderidos à pele no alinhamento dos processos vertebrais. A metodologia utilizada é um procedimento não invasivo que consiste na reconstrução 3D dos marcadores, por videogrametria convencional. Em cada instante do ciclo da passada, a coluna foi projetada nos planos sagital e frontal e sua curvatura foi quantificada pelo conceito de curvatura geométrica bidimensional. A amplitude de movimentação vertebral da coluna aumentou em função da velocidade, exceto para a região lombar no plano frontal. Em ambas as formas de locomoção o comprimento da passada se apresentou como o principal responsável pelo aumento da velocidade e, por outro lado, a freqüência se destacou ao se observar a transição da marcha para corrida.

Fonte:
http://citrus.uspnet.usp.br/biomecan/ojs/index.php/rbb/article/view/107